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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

“Brasil é um país de lei frouxa”

O estudante Luan Rocha, o jovem que revoltou o país ao afirmar categoricamente que dirige após beber e que não se importa se provocar um acidente voltou a falar sobre o assunto. Em sua casa e longe do ambiente descontraído de um bar, ele manteve a mesma postura.

“Aqui é um país de lei frouxa”, afirmou o jovem, que não trabalha e vive com os pais. “Eu bebo e depois pego um carro”.

Após a grande repercussão de sua declaração anterior, ele voltou a dar entrevista ao Primeiro Jornal. E reforçou suas opiniões sobre a Lei Seca e o risco de dirigir após ingerir bebida alcoólica.

Desta vez, ele comentou que não se considera um criminoso ao dirigir embriagado. “Eu não acho que esteja com intenção de matar”.

FONTE: PRIMEIRO JORNAL BAND

 

BRASIL PROGRESSO

 

Exato. O estudante não deixa de ter razão, infelizmente.

 

Um povo que vota em cidadãos:

1) Que agridem mulheres e negam pensão alimentícia ou retardam pagamento por justificativas injustificáveis;

2) Agridem torcedores;

3) Participam de roubalheiras e justificam “eu era uma pessoa comum antes de ingressar na carreira política”;

4) Que falam “relaxa e goza”;

5) Chamam os idosos de “vagabundos”.

Não pode querer dignidade nas relações humanas e muito menos na aplicação de leis punitivas para os traficantes, ladrões do dinheiro público.

Pior é ver e saber que tem doutrinadores que acham que bêbedo não pode responder dolosamente por crime de trânsito porque no ato do crime estava alcoolizado e, por isso, não tinha noção do que estava fazendo.

É inconcebível a mentalidade reinante quanto ao antiquado Código Penal, pois o comportamento, a mentalidade, das pessoas, era bem diferente dos dias atuais.

Atualmente há sadismo em sua plenitude bestial. Antes, poucos, agora, milhares no seio brasileiro. Sim, o povo brasileiro e a humanidade em geral estão instruídos graças a gama de informação televisiva, em papel e, principalmente, na internet.

O cidadão, se assim pode ser chamado, que bebe antes de dirigir e, depois, passa a dirigir tem plena consciência de que está fazendo errado. Os noticiários televisivos como Globo Repórter, SBT Repórter, por exemplos, já mostraram, alertaram sobre os efeitos do álcool e o perigo de se dirigir depois.

É injustificável alegar que “não sabia” quando cometem acidentes, mas os mesmos criminosos invocam seus direitos constitucionais como, por exemplo, não assoprar o bafômetro.

Chega de hipocrisia, Brasil. Chega de justificar o que não se pode mais ser justificado diante do conhecimento que o povo brasileiro tem. A não ser que o cidadão não tenha acesso a livro, televisão, rádio etc.

Mesmo um eremita há de saber que nada faz correto ao ingerir álcool. As leis em nosso país devem mudar imediatamente.

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