Um edifício de alto luxo a ser lançado na região metropolitana de Belo Horizonte (MG) contará com uma vaga para carro elétrico por apartamento -uma dentre as seis vagas disponíveis. Divulgação
Imagem 3D da garagem com carregador de carro elétrico em lançamento na região metropolitana de Belo Horizonte
Situado em um bairro de classe alta chamado Vale do Sereno, na cidade de Nova Lima (MG), o prédio terá unidades de 572 m², três suítes com closet e varanda, e seis vagas para carros, sendo que uma delas é dentro do apartamento.
A previsão de entrega é em 2015 e as unidades custam a partir de R$ 4 milhões, segundo a assessoria da construtora EPO. A previsão é de que o condomínio seja de R$2 mil por mês.
O "benefício" de uma vaga com equipamentos para reabastecer carros elétricos não é inédito no Brasil.
Lançado em 2010 e com previsão de lançamento no ano que vem, um edifício de alto luxo em Alphaville, da construtora BKO, também oferece essa novidade.
PARA QUEM SERVE
No Brasil, praticamente inexistem carros elétricos do tipo plug-in (que podem ser carregados na tomada).
Atualmente, os modelos elétricos disponíveis são da marca indiana Reva i, importados pela ElecTrip.
Quem quiser, entretanto, deve encomendar pelo menos duas unidades, que serão entregues após, no mínimo, cinco meses.
Seus preços não são atrativos: variam de US$ 36,7 mil a US$ 48,8 mil, valores muito altos para um carro que não traz conforto, luxo ou desempenho.
Para Pietro Erber, diretor-presidente da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), a novidades nesses empreendimentos está relacionada a uma aposta de que, daqui dois anos, o mercado brasileiro ofertará carros elétricos plug-in com maior intensidade.
Ótima ideia de já disponibilizar vagas na garagem para veículos movidos a energia elétrica.
Veículos movidos a energia elétrica já é uma realidade em muitos países e o Brasil não pode ficar em estado estagnado em relação as inovações tecnológicas, principalmente quanto à redução de poluição atmosférica por automotivos.
Contudo a região em questão sobre inúmeros desmatamentos por questões de crescimento desordenado imobiliário. Desta maneira não se pode falar em crescimento sustentável.
