Leia atentamente, esvazie a sua mente. Uma surpresa terá no final.
Pesso aos senhores leitores que viabilisam em suas mentes uma forma de olhar profundamente o que se passa nesse testo.
O que move o mundo não são as formas padronizadas, mas as que se erguem além da forma, das ideologias, das convensões, das linguagens ditas corretíssimas. Em um mundo onde o ser humano apenas evoluiu em sua vestimenta corpórea,
de Australopitecs aos Homo Sapiens, e sua tecnologia, de pedra lascada aos modernos computadores e teorias quânticas, não há o que dizer que a evolução foi proporcional, harmônica, igualitária.
Dos primórdios do ser humano, o medo, as dúvidas, o se sentir inferiorizado ante aos demais animais – iracionais -, a luta pela sobrevivência. O ser humano teve o desenvolvimento de sua estrutura morfológica, desde andar ereto ao aumento do volume cerebral. O aumento da maça cefálica, e principalmente da maça cinzenta, proporcionou ao ser humano se descobrir, descobrir meios para sua própria sobrevivência. Mas as emoções? Como ficaram?
O troglodita ainda se “arrasta”, contudo, não mais nos solos virjens, mas, sim, em suas maquinas possantes, com os cassaldos modernos; alojam-se nas mais maravilhosas construções possíveis graças à tecnologia que possui, mas suas residências são “caverna” onde abrigam o parentesco genético, e ao menor desconhecido o bando consanguíneo se prepara o inesperado. A circulação sanguínea aumenta, músculos se retezam, pupilas se abrem. Do grunhir aos timbres e entonações cadenciadas, contudo o aperfeiçoamento vocal não se faz em todos os momentos, pois cansa, não condiz com pessoas não consanguínias. Nas modernas “cavernas” moradores se crusam, mas apenas vazio.
Do andar velos, agora, rápido como o “vento”, se desloca localizado em estruturas de metal, borracha, veludo, couro. Os carros, a imaginação a querer diminuir o tempo do trajeto. Os cavaleiros se deslocam com seus “cavalos” de metais, cada qual procura se sobressair e ter os aplausos da multidão. Da tecnologia avançada, ainda se vê o bárbaro a querer sangue, pois em si o medo do o coloca sob alerta, medo do desconhecido, os medos de outrora: incerteza, receios; mas muitos desses medos representam a ameaça não afora, sim, agora e em muitos casos a ameaça íntima por emoções conturbadas. Em muitos casos os ataques são mesclados aos medos internos; as emoções são poderosas e o próprio ser sucumbe, pois, em si, a vida é tenebrosa, a própria vida sempre corre risco. Na própria mente se delineiam “fantasmas” sejam do passado, do presente, do futuro. A agonia é o elichir que movimenta as pernas, os braços. Omo Sapiens por fora, mas Australopitecos por dentro.
Omo Sapiens por fora, mas Australopitecos por dentro. Sapiens em modo de se vestir, comer, andar, não mais grunhidos. Australopiteco, este ser que nas suas íntimas ideias amedrontadas ironiza, se engrandece – mas se sente rebaixado -; ataca, não mais com pedra ou galho, todavia com palavras, com a “vestimenta” de aço montado sobre rodas; ataca pela força que tem, pelo poder que possui, tranzitoriamente, pois na menor doença provocada por minúsculos seres patológicos, digladiace, revolta-se diante de sua própria estultícia de se achar megalômano (prefiro a designação, entre várias, “superestima patológica de si mesmo”).
O Australopitecos zomba das palavras escritas erradas, das palavras faladas erradas; ri de quem não possui o corpo simétrico condisente com o modismo de época; usa da força das leis transitórias humanas para atacar porque em si, e no meio, ainda há as ideias das tribos, da carne mais forte (força muscular). Mas tudo isso se vê a mente do Australopitecos: diante de um mundo somente violento e que se vê frágil assume a animalidade como forma de se protejer: medo de morrer, de se machucar, de se ferir.
Homo Sapiens. Em sua mente a certesa da vida transitória, de que o modismo é como brisa passageira. Em si sabe que nada na vida é “mais” ou “menor”, “melhor” ou pior”; está livre de conceitos pré-concebidos, em si, aguça a mente imaginativa. Ah! Esta que proporcionou ao ser humano seja pequeno ou grande, aleijado ou sã, a descobrir, aperfeiçoar, a melhorar a condição de vida.
Aqui ampara os que não sabem correto a ortografia; ali ajuda os excluídos do modismo corporal sejam os que jamais estiveram dentro do padrão ou que perderam o patamar de celebridade – ajuda de que o Véu de Isis é momentâneo e traiçoeiro para as pessoas que ainda não possuem firmeza de caráter e visão à realidade humana; em muitos locais age com educação, pois sabe que é o elo da harmonia, da paz, que ninguém é correto ou incorreto na totalidade existencial; em si sempre se vê como aprendis e jamais como mestre porque nada na vida é imutável.
O sábio é sábio porque sabe que ser mestre é necessário saber todos os dialetos, jamais TEM MEDO de errar, age, não pela emoção descontrolada que ataca, mas age por saber que também é imperfeito.
O tolo é tolo em se achar “melhor”, mas em si não vê os próprios erros. O tolo, aumenta nos outros, mas diminui em si; chora compulsivamente diante das mudanças do modismo e luta insensatamente para ser mais um entre muitos que não se conhecem profundamente, mas vivem de aparênçias.
FIM
Para as pessoas que leram até aqui e entenderam a essência da mensagem, apesar dos erros gramaticais, com certeza farão reflexões dos próprios comportamentos diante das demais pessoas e de si mesmos. São pessoas abertas, expansivas que não tardarão de conseguir qualidade de vida porque em si pensam como um todo e não como um, isto é, a qualidade de vida é conjunto de saúde mental e física englobando os relacionamentos humanos.
Para as pessoas que não leram tudo ou saíram deste texto por acharem “estúpido”, “burro”, “analfabeto”. Sinto dizer que se fosse um teste psicotécnico para vaga de emprego teriam pouquíssima chance de passar – aquele teste de “se respondeu tudo e chegou aqui saiba que não era para marcar nada”.
Se não entenderam a mensagem ou entenderam e ironizam verifiquem em si quais mecanismos perturbadores desde a infância: o que incomoda, amedronta. Isto é, o falaram e como se vê em sua imagem pessoal psíquica – pois há muita gente dentro do padrão de beleza corpórea, mas em si sempre se sentem O Patinho Feio.
Errar é um atributo que proporcionou melhorias. Errar é a possibilidade que teve de tentar. Quem tem medo de errar não dá um passo se quer, ou dá passos pequenos, vagarosos, tardios. Vive na sombra das convenções e não se deixa expandir em suas ideias, imaginações. Quem ajuda na verdade em si se ajuda, pois o professor ao ensinar aprende cada vez mais. O aluno envergonhado se estabiliza em suas dúvidas, medos e vergonhas. O sábio é um professor, mas que sente a necessidade de sempre ser aluno. O tolo é o aluno que pensa ser professor.
Uma homenagem a Steve Jobs! Um pessoa que não desistiu de seus sonhos, não se conformou e não se deixou se aprisionar por convenções!
TEXTO CORRETO
Ao pé da letra e o “espírito” da letra
Antes de continuar, leia atentamente, esvazie a sua mente. Uma surpresa terá no final.
Peço ais senhores leitores que viabilizam em suas mentes uma forma de olhar profundamente o que se passa nesse testo.
O que move o mundo não são as formas padronizadas, mas as que se erguem além da forma, das ideologias, das convenções, das linguagens ditas corretíssimas. Em um mundo onde o ser humano apenas evoluiu em sua vestimenta corpórea, de Australopitecos aos Homo Sapiens, e sua tecnologia, de pedra lascada aos modernos computadores e teorias quânticas, não há o que dizer que a evolução foi proporcional, harmônica, igualitária.
Dos primórdios do ser humano, o medo, as dúvidas, o se sentir inferiorizado ante aos demais animais – irracionais -, a luta pela sobrevivência. O ser humano teve o desenvolvimento de sua estrutura morfológica, desde andar ereto ao aumento do volume cerebral. O aumento da massa cefálica, e principalmente da massa cinzenta, proporcionou ao ser humano se descobrir, descobrir meios para sua própria sobrevivência. Mas as emoções? Como ficaram?
O troglodita ainda se “arrasta”, contudo, não mais nos solos virgens, mas, sim, em suas maquinas possantes, com os calçados modernos; alojam-se nas mais maravilhosas construções possíveis graças à tecnologia que possui, mas suas residências são “caverna” onde abrigam o parentesco genético, e ao menor desconhecido o bando consanguíneo se prepara o inesperado. A circulação sanguínea aumenta, músculos se retesam, pupilas se abrem. Do grunhir aos timbres e entonações cadenciadas, contudo o aperfeiçoamento vocal não se faz em todos os momentos, pois cansa, não condiz com pessoas não consanguíneas. Nas modernas “cavernas” moradores se cruzam, mas apenas vazio.
Do andar veloz, agora, rápido como o “vento”, se desloca localizado em estruturas de metal, borracha, veludo, couro. Os carros, a imaginação a querer diminuir o tempo do trajeto. Os cavaleiros se deslocam com seus “cavalos” de metais, cada qual procura se sobressair e ter os aplausos da multidão. Da tecnologia avançada, ainda se vê o bárbaro a querer sangue, pois em si o medo do o coloca sob alerta, medo do desconhecido, os medos de outrora: incerteza, receios; mas muitos desses medos representam a ameaça não afora, sim, agora e em muitos casos a ameaça íntima por emoções conturbadas. Em muitos casos os ataques são mesclados aos medos internos; as emoções são poderosas e o próprio ser sucumbe, pois, em si, a vida é tenebrosa, a própria vida sempre corre risco. Na própria mente se delineiam “fantasmas” sejam do passado, do presente, do futuro. A agonia é o elixir que movimenta as pernas, os braços. Homo Sapiens por fora, mas Australopitecos por dentro.
Homo Sapiens por fora, mas Australopitecos por dentro. Sapiens em modo de se vestir, comer, andar, não mais grunhidos. Australopiteco, este ser que nas suas íntimas ideias amedrontadas ironiza, se engrandece – mas se sente rebaixado -; ataca, não mais com pedra ou galho, todavia com palavras, com a “vestimenta” de aço montado sobre rodas; ataca pela força que tem, pelo poder que possui, transitoriamente, pois na menor doença provocada por minúsculos seres patológicos, digladiasse, revolta-se diante de sua própria estultícia de se achar megalômano (prefiro a designação, entre várias, superestima patológica de si mesmo).
O Australopitecos zomba das palavras escritas erradas, das palavras faladas erradas; ri de quem não possui o corpo simétrico condizente com o modismo de época; usa da força das leis transitórias humanas para atacar porque em si, e no meio, ainda há as ideias das tribos, da carne mais forte (força muscular). Mas tudo isso se vê a mente do Australopitecos: diante de um mundo somente violento e que se vê frágil assume a animalidade como forma de se proteger: medo de morrer, de se machucar, de se ferir.
Homo Sapiens. Em sua mente a certeza da vida transitória, de que o modismo é como brisa passageira. Em si sabe que nada na vida é “mais” ou “menor”, “melhor” ou pior”; está livre de conceitos pré-concebidos, em si, aguça a mente imaginativa. Ah! Esta que proporcionou ao ser humano seja pequeno ou grande, aleijado ou sã, a descobrir, aperfeiçoar, a melhorar a condição de vida.
Aqui ampara os que não sabem correto a ortografia; ali ajuda os excluídos do modismo corporal sejam os que jamais estiveram dentro do padrão ou que perderam o patamar de celebridade – ajuda de que o Véu de Isis é momentâneo e traiçoeiro para as pessoas que ainda não possuem firmeza de caráter e visão à realidade humana; em muitos locais age com educação, pois sabe que é o elo da harmonia, da paz, que ninguém é correto ou incorreto na totalidade existencial; em si sempre se vê como aprendiz e jamais como mestre porque nada na vida é imutável.
O sábio é sábio porque sabe que ser mestre é necessário saber todos os dialetos, jamais TEM MEDO de errar, age, não pela emoção descontrolada que ataca, mas age por saber que também é imperfeito.
O tolo é tolo em se achar “melhor”, mas em si não vê os próprios erros. O tolo, aumenta nos outros, mas diminui em si; chora compulsivamente diante das mudanças do modismo e luta insensatamente para ser mais um entre muitos que não se conhecem profundamente, mas vivem de aparências.
OBRIGADO!

Ao pé da letra e ao espírito da letra de Sérgio Henrique - Trânsito Escola é licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 Brasil.
