Um estudo realizado na Holanda, onde o uso da maconha é descriminalizado, aponta que usuários da droga têm o dobro do potencial de adquirir problemas mentais do que pessoas que não fumam o entorpecente.
O estudo, que foi realizado entre 2007 a 2009, com 18,5 mil pessoas, constatou que 20% dos usuários de maconha do sexo masculino se queixaram de problemas mentais, comparados a 10% entre os não usuários.
Os fumantes da maconha se queixaram de problemas como ansiedade, tristeza, melancolia e impaciência.
A proporção foi a mesma para as mulheres – 28% das usuárias se queixaram de problemas mentais, comparados a 14% entre as não usuárias.
O estudo constatou que 4% das pessoas com idades entre 15 e 65 anos haviam fumado maconha pelo menos uma vez nos últimos 30 dias.
A Holanda descriminalizou o consumo e posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976 com uma política de "tolerância" oficial.
Fonte: R7
Blogueiro
Estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que, entre 10% e 15% dos empregados, têm problemas de dependência. O abuso de drogas é responsável por três vezes mais licenças médicas do que outras doenças; aumenta em cinco vezes as chances de acidentes de trabalho e, por fim, leva a família a utilizar três vezes mais os planos de assistência médica e social. De acordo com o Relatório do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crimes, de 2003, nos últimos dez anos, o consumo de drogas entre os estudantes brasileiros cresceu na seguinte ordem: anfetaminas - 150%; maconha - 325%; e cocaína - 700%.
A Holanda, país vanguardista da chamada "liberação contida", está revendo o conceito, pois o uso de entorpecentes cresceu exponencialmente após a adoção de medidas liberalizantes. Já na Suíça foi um desastre os tais territórios autorizados de consumo de drogas. Apesar do desenho estratégico e do rigoroso controle social do Estado nesses países, as tentativas fracassaram.
Com o uso contínuo, alguns órgãos como o pulmão passam a ser afetados mais seriamente pela maconha. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão, presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.
O consumo de maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino que é responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozoides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.
Os efeitos psíquicos são os mais variados, sendo que a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são um bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.
Em um longo prazo, o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano.
Sabe-se que a maconha vendida atualmente foi manipulada geneticamente para viciar mais os usuários. Não tem essa de “em casa se plantar é mais saudável”.
O usuário não produz violência? Nos anais do direito forense se vê muitíssimo bem que os homicídios e suicídios foram ocasionados por consumo de droga. Não é o parlamentar que coloca a arma na mão de uma pessoa e diz a esta pessoa para assaltar, estuprar. roubar, prostituir criança, bater em mulher.usuário não é traficante, mas legalizar é aumentar os leitos de dor e sofrimento. Alguém já viu como se comporta um viciado em drogas (maconha, LSD, cocaína etc.) na mesa de operação? Sentem muita dor porque o organismo está acostumado a uma quantidade enorme de droga que a anestesia – que é droga, mas de uso médico – não surte efeito. O cidadão é operado com dor e gritos. Isso deveria ser divulgado.
Os cafés holandeses não podem vender por dia mais do que cinco gramas de maconha por pessoa. O estoque desses estabelecimentos não pode ultrapassar 500 gramas. As drogas não podem ser vendidas a menores de 18 anos e apenas maconha e haxixe são permitidos no interior das lojas. A Holanda não legalizou formalmente as drogas, mas, pelas diretrizes do governo, a posse de pequenas quantidades de certas drogas leves não é crime
Legalizar maconha não enfraquece crime organizado no Brasil, diz representante da ONU. Acesse aqui.
Como escreveu Milton Corrêa da Costa: ”Três consequências advirão de tal permissividade: a diminuição do estigma social, a redução do preço e o aumento do consumo. Uma porção de maconha custará o mesmo que um saquinho de chá e em qualquer esquina ou no pátio de uma escola não haverá problema em fumar um baseado. Imaginem um piloto de avião que resolve, antes do voo, fazer uso de maconha ou cheirar cocaína? Liberar a droga significa escancarar, ainda mais, a perigosa porta de entrada para o caminho da destruição, por onde ingressarão mais e mais jovens. O resultado na Holanda não foi dos mais promissores. Cerca de 5 mil dos 25 mil dependentes lá existentes são responsáveis pela metade dos crimes leves. O uso da maconha subiu 400% em razão da liberação”.
Além dos mais, no âmbito econômico a experiência da Holanda demonstra que a liberação da maconha é imprudente, isso porque, com a liberação do comércio de drogas, Amsterdã atraiu “os turistas de entorpecentes”. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.
Revista Veja, edição 2050, de 05 de março de 2008, com o sugestivo título: “Mudanças na Vitrine: Farta de ser tolerante Amsterdã troca bordéis em bairro degradados por lojas e ateliês de arte”.
O AVANÇO DO CRIME
A Holanda descriminalizou o consumo de maconha em 1976 e legalizou a prostituição em 2000. O resultado foi a degradação da capital do país
- Amsterdã tem 14 prostitutas para cada 1.000 habitantes, quatro vezes mais que em Paris
- O tráfico de mulheres aumentou 260% nos primeiros três anos da legalização dos bordéis
- As prisões por posse ou comércio de cocaína, heroína e ecstasy (drogas proibidas na Holanda) cresceram 21% entre 2002 e 2006
- 67% da população de Amsterdã é a favor de medidas para restringir a prostituição
