De táxi
Marcos Pasquim conta que desde a mudança no Código de Trânsito tem gastado mais dinheiro com o táxi. "A lei é dura demais, deveria ter ao menos uma tolerância para tomarmos um ou dois cálices de vinho. Mas fazer o quê? Eu agora ando de táxi, mesmo quando vou para a casa dos amigos e sei que vou beber", conta Marcos.
Taís Araújo é outra sócia do taxímetro. Moradora do Leblon, Zona Sul do Rio, ela diz que já costumava fazer muita coisa a pé ou de táxi. Depois da Lei Seca, então...
"Quando quero beber, vou de táxi. É a melhor opção, principalmente na Zona Sul, que é tudo pertinho”.
