A partir de 2011, a Operação Lei Seca, do Rio de Janeiro, vai contar com aparelhos que, além de detectar do uso de álcool, acusar a presença do uso de maconha, ecstasy e cocaína. O aparelho deverá substituir o tradicional bafômetro
A nova operação vai contar com sete equipes e cada uma delas será acompanhada de um carro-laboratório, desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz.
Os carros serão equipados com um computador portátil que, a partir de uma amostra de saliva do motorista, pode detectar a presença de oito substâncias no sangue – anfetaminas, meta anfetaminas, derivados de cocaína e ecstasy, canabinóides, álcool, diazepínicos e opióides. O resultado sai impresso e em cinco minutos.
Segundo o coordenador da operação Lei Seca, Carlos Alberto Lopes, a partir das mudanças, cada equipe da operação irá contar com um médico e um perito para a realização dos exames.
