Uma mulher foi atropelada na noite de domingo (24/10), na altura do km 12,5 da BR-040, próximo ao Jardim Ingá, na pista sentido Brasília-Luziânia. De acordo com informações do posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) da via, Sheila Climaco Marsole, de 37 anos, morreu no local por volta das 23h55.
Nota: opinião do blogueiro no final.
O acusado é Rafael de Souza Queiroz, filho do ex-diretor-geral do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), Edmar Braz Queiroz, que dirigia uma caminhonete F 250, placa JGG 0801. Segundo informou a PRF, Rafael estava visivelmente bêbado, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro.
Mesmo assim, foi preso no posto Passarela, próximo ao Jardim Ingá, por não ter prestado socorro à vitima e ter fugido do local. Depois de prestar depoimento na Delegacia de Luziânia, Rafael pagou fiança de R$ 1,5 mil e foi liberado. Agora responderá por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
Fonte: Correio Braziliense
Blogueiro
Acredito que o pai do autor do acidente deu educação. Como, então, o filho age de maneira contrária aos ensinamentos do pai?
Sabemos que cada qual tem uma índole que é indiferente a educação familiar, conceitos culturais e fatores genéticos. A educação nos primeiros anos de vida de uma pessoa é fundamental para formar uma personalidade sadia, empática. Contudo não só a educação serve como freio aos instintos e a índole do ser. As leis penais foram criadas para serem o último recurso contra violadores dos direitos humanos, dos valores sociais. Entretanto vemos no Brasil a impunidade reinante que floresce os atos bárbaros em nossa sociedade.
No Brasil existe a mentalidade de “fatalidade” – destino. As pessoas cometem crimes e a culpa é do destino. Foi ele quem quis assim. Nada há de culpar o autor do acidente. Dessa mentalidade permite-se atrocidades. No Brasil geralmente os pais permitem que os filhos transgridam leis a começar pelo avanço de semáforo na cor vermelha: “deixa que eu coloque no recurso que eu avancei o sinal vermelho, assim você não terá a multa e infração”. É o jogo do indicar o verdadeiro infrator. Cria-se a mentalidade de impunidade, desonestidade. Não é invenção minha, mas realidade vivida diante de pais que vinham a mim pedir para liberar o filho que tinha a Permissão Para Dirigir. Claro que citava o meu pensamento: cada qual assume a responsabilidade chega de impunidade.
Senhores pais. Não permitam conceitos distorcidos quanto a ação e acontecimento. Nos demais países os pais entregam os próprios filhos as autoridades quando cometem delitos, pois a dor maior será no futuro uma vez que a permissão e o conceito de impunidade não colocará freios e limites. Mais tarde não adianta chorar: o culpado foram os próprios pais que não deram limites e, o choro tardio, é hipocrisia.
Quem ama educa, põe limites e contém as más ações. Amar não é permitir transgressões.
