Às quatro horas da madrugada desta quarta-feira, aterrissava na Holanda, em Roterdã, o ex-presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo. Imediatamente transferido para a prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI), Gbabo responderá diante da Corte Internacional por quatro acusações de crime contra a humanidade. E a lista é pesada: assassinatos, estupros e outras violências sexuais, perseguições e atos desumanos cometidos entre novembro de 2010 e maio de 2011.
Mais especificamente, os crimes foram cometidos após as eleições de novembro de 2010, entre os dias 16 de dezembro desse ano e 12 de abril de 2011, quando ocorreu uma onda de violência pós-eleitoral devido à recusa de Gbagbo de aceitar sua derrota.
Segundo a agência Efe, ainda não se sabe a data em que Gbagbo deverá comparecer diante dos juízes, que devem definir uma ata em breve.
Segundo nota divulgada pelo TPI, o ex-presidente e seu círculo mais próximo "eram conscientes" da comissão dos supostos crimes, recaindo sobre o ex-mandatário africano uma "responsabilidade penal de comando", já que exercia controle sobre os delitos e supostamente "contribuiu de forma coordenada" para os mesmos.
O procurador do TPI, o argentino Luis Moreno Ocampo, disse que Gbagbo "foi o primeiro" a vir a Haia para responder pelos crimes. Ele acrescentou que a Procuradoria tem provas de que a violência "não ocorreu por acaso", mas que os ataques contra civis se sucederam "de forma massiva e sistemática, resultado de uma política deliberada". (ED)
FONTE: RÁDIO VATICANO
“A agricultura e a pecuária se destacam como as principais atividades econômicas da África. Recursos minerais, tais como ouro, diamantes, urânio, níquel e outros, explorados na África Austral, são uma das maiores riquezas do continente africano. Existem ainda grandes reservas de petróleo, gás natural e fosfatos”. (Wikipédia)
Há de se considerar que o mundo não comporta mais ditadores e genocidas, mas também não se pode esquecer que os “direitos humanos” aplicados pelas superpotências “miram” os países que possuem petróleo.
China é o país da violação dos direitos humanos e não aparece nenhuma nação para prender Hu Jintao (presidente da China). Até a presidenta Dilma Rousseff o justificou a barbárie chinesa com "Todos os países têm problemas ligados aos direitos humanos".
Presidenta no brasil não se mata presidiários para alimentar o mercado negro de órgãos humanos, não se coloca pessoas trabalhando sem direitos trabalhistas, não exploram idosos e crianças em sua totalidade para alimentar o desenvolvimento econômico interno e muito menos se vigia com mãos de ferro o que o povo faz.
Brasil Progresso sempre disse, e repete, que o que se faz é com interesses egoístas e não visando realmente ajudas humanitárias ao pé da letra. É uma hipocrisia sem limites onde se apertam mãos, mas nas mentes desdéns e superioridades.
“A fraternidade é uma das mais belas invenções da hipocrisia social”.(Gustave Flaubert - Romancista francês)
Sim, fraternidade mentirosa e não verdadeira.
Vai arroz?
