O trânsito brasileiro é um dos mais perigosos do mundo. Em alguns casos chega a ficar no ápice dos acidentes mundiais. O estresse com certeza faz com que o organismo reaja de forma diferente e perigosamente. Os intermináveis engarrafamentos além de gerarem poluição atmosférica pela emissão de gases tóxicos pelos escapamentos criam ansiedades nos motoristas diante dos minutos que ficam retidos.
Por mais que se diga “acorde cedo” já não é suficiente para agilizar a chegada ao trabalho. Seria preciso dormir praticamente na empresa para chegar dentro do horário. Pior é saber que muitos empregadores não querem saber das justificativas mesmo sendo verdadeiras. É complicado porque as prefeituras devem dar melhores condições de transporte público às populações locais. O rodízio de veículos em São Paulo, por exemplo, tenta minimizar a poluição atmosférica e o estresse aos motoristas, mas é apenas paliativa tal medida; não é dizer que não seja bem-vinda, mas há a necessidade de procurar melhorar ainda mais as condições de transporte coletivo.
Em alguns casos se vê nitidamente o despreparo de alguns guardas-municipais para controlar o trânsito, a ausência também é um fatores que contribuem para os congestionamentos devido aos veículos que param no cruzamento e impedem o seguimento de fluxo em outra direção. Não se pode esquecer que há muitos motoristas mal-educados que param na faixa de pedestre, nas áreas de cruzamento, próximos de cruzamentos (o correto é estar afastado cinco metros da pista transversal), andam na pista da esquerda próximos da velocidade mínima (se a máxima é de sessenta quilômetros a mínima não pode ser inferior à metade da máxima, que é de trinta quilômetros por hora) etc.
Os problemas, claro, envolvem má educação de condutor, pedestre e ciclista, má conservação de pista de rolamento, sinalização ausente ou em péssimo estado de conservação.
Soluções? Transporte público eficiente, confortável. Quando se fala em transporte público há referência aos trens e metrôs que são mais rápidos.
