O mínimo, mas necessário
Muitos reclamam sobre a obrigação de se fazerem as provas exigidas pelo CONTRAN para se possuir habilitação. É certo que certos estados da federação os DETRANs estavam extrapolando o bom senso, isto é,
exigindo demasiadamente conhecimentos desnecessários dos candidatos a habilitação. Exemplo? Cobrar dos candidatos à memorização dos números e letras dos sinais verticais (regulamentação, advertência e indicação). Ora, o candidato tem que saber o significado de cada sinalização para tomar uma postura condizente; de nada vale saber a numeração das placas se não sabe o que significam.Uma das faltas que considero grave nas provas teóricas é a ausência de questões sobre a regra da direita. Muitos motoristas desconhecem, e deveriam saber.
Quanto à prova de direção deixa a desejar. Há um projeto de mais de quarenta anos cujo resultado, se colocado em prática, proporcionaria melhor avaliação do candidato. Consistiria numa área que simulasse chuva (pista escorregadia), trânsito de pedestre etc. A ideia é ótima uma vez que avaliaria corretamente o candidato à habilitação. Infelizmente o projeto continua sendo projeto (nos sonhos).
Acho ridícula a prova de direção atual uma vez que não avalia coerentemente o candidato. O projeto citado seria o mais adequado e com toda certeza haveria menos reclamações por parte dos candidatos uma vez que estariam se sentindo realmente avaliados.
Mas como não há qualquer modificação resta às provas atuais como forma de avaliarem, mesmo que sejam precariamente, o saber e a prática dos candidatos.
