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"A verdade incômoda [do relatório climático do IPCC] se confirma", consideraram nesta sexta-feira (27) as principais ONGs ecologistas - Greenpeace, Oxfam, WWF e Amigos da Terra -, depois da publicação do relatório dos especialistas sobre o aquecimento global, no qual consideram mais clara a responsabilidade do homem.
"Depois de 25 anos de relatórios do IPCC, a verdade incômoda se confirma: a mudança climática é real, ocorre em um ritmo alarmante e as atividades humanas, principalmente a combustão, a provocam", indicaram em um comunicado conjunto das ONGs.
"Sabemos que o setor da energia é o principal culpado, mas também a principal solução para a mudança climática", acrescentaram as organizações, para quem "as energias renováveis constituem uma solução simples, comprovada e economicamente abordável".
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"O debate sobre quem é o responsável está fechado", indicou Wael Hmaidan, diretor da ONG Climate Action Network International, que reúne 850 associações.
Segundo o novo relatório do Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), a responsabilidade do homem no aquecimento global é mais clara do que nunca e a temperatura média da Terra deverá aumentar entre 0,3ºC e 4,8ºC até 2100, segundo o texto aprovado nesta sexta-feira (27) em Estocolmo, na Suécia.
O relatório também revisa para cima o aumento do nível do mar, que deverá subir entre 26 cm e 82 cm até o fim do século.
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Trânsito Escola - Na questão de mobilidade urbana e sustentabilidade os gestores públicos precisarão de assessores competentes para a sustentabilidade nas grandes metrópoles brasileiras. As ‘ilhas de calor”, como são conhecidas as metrópoles cujos solos são concretados ou contêm asfaltos, e dificultam o escoamento de água e aumento da temperatura local, não podem ser mais negligenciadas nas futuras administrações gerencialistas.
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