Nossos “preocupados” políticos sabem que os motoristas de ônibus, sem trocador, fazem troco com o veículo em movimento porque são obrigados pelos lobistas do transporte público a cumprir horário dos itinerantes.
É de se estranhar que algumas leis vigoram sob a estultícia institucionalizada de direitos e benefícios enquanto outros são combatidos veementemente.
Na foto acima é clara a distorção dos valores aplicados na realidade. Motorista de ônibus faz troca e ainda dirige – quando não há trocador.
São cientes de todos os brasileiros – menos nossos administradores públicos que ficam sentados em seus veículos confortáveis – que os empresários de transporte coletivo não dão a mínima para à segurança do povo. Tanto é absurdo o caso que qualquer legislador lúcido jamais deixaria vigorar tal lei, permissão.
Se há em demais países tal permissão teremos que ver que o povo é educado para respeitar à vida dos demais concidadãos. E mesmo que tenha países onde as leis de trânsito não são respeitadas não é por isso que vamos justificar os erros no Brasil.
O transporte público no Brasil é uma piada e perigoso. A maioria se encontra em verdadeira situação calamitosa: pneus desgastados, lonas de freios precárias, lanternas de sinalização veicular queimadas. Culpados? Muitos.
Culpados:
1. O povo que não liga para a sua própria segurança e não toma medidas serias para coibir tais desrespeitos ao consumidor. Ao em vez disso procuram saber o que está acontecendo no Big;
2. Os empresários, lobistas, que querem apenas angariar vultosos reais à custa do sofrimento alheio;
3. Os políticos que nada fazem para melhorar a condição do transporte publicam brasileiro.
Soluções?
Nenhuma, infelizmente, enquanto a mentalidade cultural vigorar sob os holofotes das celebridades, das nádegas, músicas de conotações libidinosas – a mulher nunca foi posicionada em tão baixa imagem de servidão aos gozos masculinos como se veem em ritmos de “vou dar para o seu marido” -, do desejo ardente para chegar o carnaval, das folias.
Não se trata de dizer que em demais países não há os acontecimentos similares aqui, mas temos que ver que as diversões existem, mas, também, as responsabilidades sociais e politicas do dia a dia. Enquanto em alguns países o povo sai às ruas para protestar, e até derrubar governos, aqui no Brasil só se veem marchas que não protegem o povo como um todo, ou seja, são marchas e manifestações para proteção de minorias ideológicas.
Não há marchas como “Ficha Limpa”, “cassação de político corrupto”, “exoneração de funcionário que desvia dinheiro do hospital público”, “lobista que se associa a politico para superfaturar obras”, “Em defesa dos idosos que recebem contribuições previdenciárias indecorosas”, “luta contra pedofilia”, “contra policiais corruptos”. Quando há são mínimas e despercebidas. A própria mídia não se interessa em divulgar porque não dá IBOPE, mas isto se deve a uma questão centralizada: o povo não quer saber disso.
E assim caminhamos esperançosos a um novo dia ensolarado sem querermos mexer nossas bundas gordas num país chamado “Brasil, terra da alegria, roubalheiras e preguiça politica”.
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