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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mortes no Brasil: o Iraque é aqui

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Estatísticas policiais: confiáveis?

RJ, Brasil Progresso – uma pesquisa demonstrou que as cidades de Cabo Frio e Búzios são as mais violentas do RJ. A pesquisa feita se baseou em homicídios culposos e dolosos.

Já as divulgações feitas pelas polícias se baseiam em homicídios dolosos, ou seja, com intensão de matar.

A pesquisa feita pelo Instituto Sangari faz com que os brasileiros repensem sobre a “normalidade” dos índices oficiais que mostram sempre reduções nos acontecimentos homicidas no Brasil.

É certo que Brasil Progresso sempre alertou sobre as pesquisas e os acontecimentos reais no Brasil, isto é, muita propaganda política e pouca eficiência no combate aos crimes no Brasil.

O governo estatual de Sérgio Cabral vem atuando com força de lei e tem obtido sucesso se comparado aos governantes anteriores. Não se pode condenar um gestor atual (governador) pelas mortes ocorridas no RJ sob alegação de descaso à segurança pública quando o gestor está fazendo e demonstrando resultados na diminuição, ou atuação, no combate a marginalidade.

Ademais, governantes, antes de Sérgio Cabral, apenas fizeram demagogias e favoreceram, por negligências, o poder paralelo de traficantes e milicianos no RJ. Pior é ver que em épocas eleitorais as estatísticas sempre favorecem “feitos” do gestor contrapondo com a realidade da população.

O que são homicídios culposo e doloso?

Homicídio culposo, o agente não tem intenção de matar, mas age com imperícia, imprudência ou negligência resultando o ato em morte, sem intenção de que ela ocorresse. Exemplos: um motorista que dirige em altíssima velocidade, avança o sinal vermelho do semáforo e atropela um pedestre. Ou motorista que dirige embriagado e atropela seis pessoas na calçada.

Homicídio doloso, o autor do homicídio premeditou (teve a intenção) de matar. Exemplos: incentiva uma pessoa a se matar; faz uma pessoa tomar remédio e o agente instigador sabe que poderá causar morte (composição química que gera alergia gravíssima ao paciente).

Leia mais em O Estadão (clique aqui)

 

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