Atualmente há pessoas que ficam confusas quanto ao tipo de curso que desejam ter em suas vidas. Os apelos de marketing voltados aos consumidores desejosos de ingressar numa profissão são vastos. Especialistas afirmam que quanto mais se estuda, aperfeiçoa melhor serão os ganhos pessoais econômicos.
Como funciona o mercado e as profissões?
É de saber que apesar dos apelos emotivos e estatísticos quanto à alguns cursos oferecidos por instituições de ensino versus mostrar estatísticas é algo perigoso a se seguir criteriosamente.
O mercado de trabalho funciona, atualmente, sob dois aspectos: globalização e economia interna.
Qualquer crise seja interna ou não poderá levar certas profissões a perderem prestigio e rentabilidade para os profissionais específicos. Atualmente profissões como turismo, saúde física e mental, engenharia, petróleo e gás, informática, por exemplos, estão no rol de carreiras promissoras. Contudo é de saber que as profissões são rendosas ou não enquanto a economia nacional, e até a economia mundial, permitirem crescimentos nesses setores profissionais.
Não há o que duvidar da necessidade atual de se profissionalizar diante das novas tecnologias que exigem conhecimentos técnicos por parte dos indivíduos que desejam ingressar no mercado de trabalho. Antes de 1990 o Brasil tinha mão de obra sobrando porque não havia ainda tanta tecnologia. Depois de 1999 mudou-se o quadro. Veículos passaram a ter CPUs – unidades de processamentos de dados -, a informática ingressou nos lares brasileiros graças ao barateamento de componentes de computador e o próprio computador em si, pessoas tiveram acesso a telefones celulares, enfim, o Brasil entrou para a era tecnológica saindo do simples sistema puramente mecânico – é interessante, por exemplo, lembrar que as oficinas mecânicas antes de 1990 não tinham pessoal qualificados em cursos, mas sim através de prática, ajudante de mecânico; depois foi necessário frequência em cursos profissionalizantes (injeção eletrônica).
Há muitos técnicos com formação não universitária que trabalham como autônomos e têm qualidade de vida – qualidade de vida não quer dizer ostentações -, enquanto alguns os de nível universitário não, e vice-versa.
Os próprios profissionais que aplicam testes vocacionais recomendam que as pessoas escolham conforme identificação e não apenas pelo prestigio socioeconômico. Sabiamente tais profissionais sabem muito bem que o mercado de trabalho oscila constantemente e que somente profissionais que amam o que fazem conseguem superar as crises econômicas.
Quem faz com amor tem mais criatividade, pois faz com anseio de ver seu desempenho pessoal realizado; não que quem faz apenas pensando em dinheiro e STATUS não o façam, mas estes logo esmorecem mais rapidamente do que os primeiros.
Seja como for estudar é sempre o caminho a seguir para uma melhor qualificação pessoal e profissional.
